Eu nunca estive distante da igreja. Quando eu tinha três semanas de vida fui batizada, na congregação onde aprendi como o amor e o suporte deveriam se parecer- uma voz moderada dentro de uma igreja luterana que me cercava com graça, com uma fé silenciosa mas comprometida e amor em abundancia, com conexões do coração, que continuam até hoje. Era tudo que um batismo infantil deveria ser- afirmado por Deus, marcado pelo Espirito santo, regado em uma comunidade de fé, que me criou de forma fiel cristã até que escolhi através da minha vontade minha própria fé.

    A graduação da Fornalha pareceu ter vindo muito cedo – o trabalho de Deus foi selado em mim após Carlos chamar meu nome, depois que me foi entregue o certificado, não antes. O espirito de Deus começou a trabalhar em mim na noite da graduação um novo coração, e pelo poder do Espírito através das mãos de tantos vasos abertos naquela noite, eu chorei, descansou e ri meu caminho para algo novo que eu ainda estou descobrindo. O que eu sabia, porém, era que alguma coisa tinha mudado. Eu derramo lagrimas até agora, enquanto escrevo para graça, que parece ter entrado em mim, por quão cheio de Jesus eu sabia que eu estava destinada a ser e estava começando a se tornar, para a novidade de vida, alegria e coragem que eu estava experimentando. E assim, o batismo no dia seguinte? Sim. Não foi por que o primeiro não tinha contado, mas sim por que eu nunca tinha ficado tão certa da ressurreição. Até para mim mesma.

    Esperei ansiosamente na fila, comemorando o batismo de cada pessoa que era batizada antes de mim, em todo momento estava recebendo orações e bênçãos por ¨mais e mais ¨ de cada estudante e líder de oração. E quando chegou a minha vez, tudo que eu pude fazer, foi correr para agua. Correr diretamente para a morte e para a alegria da ressureição. E eu ainda posso escutar as palavras tocando em meus ouvidos, ¨Keri, eu batizo você, em nome do pai, do filho e do espirito santo¨. Eu percebi depois que nem tinha pensando em me virar e abraçar eles depois que sai da agua. Eu corri novamente cheia de esperança e alegria, em direção ao mundo que estava me esperando, por que tudo que eu sabia era que eu tinha nascido e que eu tinha muita vida para viver.

    – Kerri LaBrant

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