“Para mim, foi chocante entrar na praça onde fazemos a “Igreja da Rua” e ver a realidade das pessoas que vivem lá. Crianças cheirando cola e pessoas que um dia tiveram uma carreira e perderam tudo por causa das drogas. Nossa equipe saiu andando para encontrar pessoas e para apenas amá-las. Tivemos a oportunidade de conhecer uma garota de 17 anos que estava cheirando cola, perguntei se poderia orar com ela e ela recusou, nós conversamos sobre o amor, ensinamos algumas palavras em inglês para ganhar a confiança … E ela compartilhou sobre seu passado, quando ela morou com a mãe dela na Espanha até os 4 anos de idade foi quando a mãe dela faleceu, então a conselheira infantil a trouxe de volta ao Brasil para viver com sua avó, que não tem recursos para cuidar dela e então agora ela está morando nas ruas. Então, no final, ela nos pediu para orar por sua família e neste mesmo momento um  homem queria fazer um programa com ela, mas ela recusou e escolheu ficar conosco. Depois disso, ela pegou o violão e pediu que tocassem uma música que ela queria cantar, naquele momento ela adorava Deus com canção “Aquieta minh’alma”. Foi especial ver que Deus atuou sobrenaturalmente, permitindo-nos estar lá amando-a, o que a fez desistir desse programa. Fui despertada da realidade de uma Igreja próspera para o lugar que a Igreja realmente precisa ser: nas ruas, onde Jesus está, com estes filhos”.

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